Yes, all men must die. But we are not men.

Mas o que é que se passa com as séries deste planeta?

No Game of Thrones escangalham a história para ser mais fácil para o público, tiram personagens e enredos, criam enredos que o autor não escreveu e não têm pés nem cabeça, e aquilo parece que se arrasta sem fim. Eu entendo que não seja fácil gostar da forma como o George Martin gere a história, mas também não se gosta de muita coisa da vida, não vamos mudar o funcionamento do autocarro porque não gostamos de ir apertados (mas Daenerys, mulher dos deuses antigos e novos, eu atravesso já amanhã o mar para ir ser tua escrava lá nesse fim de mundo onde tu andas, manda um dos dragões buscar-me que eu vou que nem uma maluca).

No Glee, por muito que eu goste de ver o Chris Colfer com aquele penteado todo cheio de estilo a fazer bolachas de chocolate durante 30 segundos num episódio de 45 minutos (que miséria), fazem-me sofrer dois episódios inteiros sem a Naya Rivera? Produtores do meu coração, eu não vejo a série pelas lindas cordas vocais dos outros actores (vá, também vejo pelos olhos lindos da nova protagonista, e porque o Darren Criss tem um ar super querido).

Mas por favor, minha gente, vocês organizem-se.

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2 Responses to Yes, all men must die. But we are not men.

  1. Nikkita says:

    Para ser sincera este “novo” Glee não me convence… Já vi uns episódios e não sei…não me diz muito, falta qualquer coisa. E tens toda a razão, as personagens mais interessantes perderam protagonismo e isso faz imensa diferença.

    • sofiadantas says:

      Eu estou a ter dificuldade em gostar porque me parece que o esquema de enredo é exactamente o mesmo, mas com actores novos que não têm o mesmo carisma, ou pelo menos aos quais não estamos habituados. Por muito que a série fosse essencialmente disparatada, 3 temporadas fazem com que ganhemos uma certa empatia com os actores. E mesmo aqueles que foram entrando ao longo desse tempo, conseguiram encaixar porque não era algo repentino. Agora foi diferente, tens pelo menos 4 actores principais novos nesta temporada. Já para não falar dos problemas do motor de enredo. A ideia seria acompanhar a nova vida dos antigos personagens, mas não podem abandonar completamente o conceito de glee club porque isso era a base original da série, então são forçados a criar novos enredos, que tornam tudo mais cansativo de acompanhar. E que provocam coisas tão dolorosas como 2 episódios em que praticamente não houve enredo de Nova Iorque (perdoem-me os fãs da Rachel, mas para mim ela aparecer a mostrar que é a maior e ganha tudo e mais alguma coisa não é enredo de Nova Iorque).

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