Old habits die hard

“I believe that love that is true and real, creates a respite from death. All cowardice comes from not loving or not loving well, which is the same thing. And then the man who is brave and true looks death squarely in the face, like some rhino-hunters I know or Belmonte, who is truly brave… It is because they make love with sufficient passion, to push death out of their minds… until it returns, as it does, to all men… and then you must make really good love again.”
Ernest Hemingway, em Midnight in Paris, de Woody Allen

Porque dizem que hoje é um dia em que é suposto lembrarmo-nos da relação em que estamos, e lembrarmo-nos do amor. E porque quando não estamos numa relação, e nos estamos a libertar de um amor que deixou de ser saudável, por muito que levantemos a cabeça e que o dia seja claro, há uma sombra dentro do peito, a sombra do beijo que já não podemos dar, do abraço que já não podemos pedir, do gesto que agora se perde na solidão. Porque nem sempre o amor nos faz felizes, e às vezes temos de tentar esquecê-lo (mesmo que nunca consigamos).

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